Quem tem rinite no Rio sabe que a crise nem sempre depende da estação: ela aparece ao acordar, ao deitar ou depois de uma tarde no sofá. Em muitos casos, parte da explicação está dentro de casa, nas peças em que passamos mais tempo encostados.
Por que o clima úmido pesa
Ácaros e fungos gostam de calor e de umidade, e o Rio oferece os dois em boa parte do ano. O ácaro vive no colchão, no travesseiro e no sofá, alimentando-se das células de pele que soltamos. As partículas que ele deixa, e não ele mesmo, são o que dispara a reação alérgica em quem é sensível.
Fungos aparecem quando a umidade chega ao enchimento e não sai, situação comum em apartamento com pouco sol.
Sinais de que o estofado entra na história
- Sintomas que pioram ao deitar ou logo ao acordar.
- Espirros depois de sentar ou deitar no sofá por algum tempo.
- Melhora quando você passa uns dias fora de casa.
- Cheiro de guardado no quarto ou na sala.
Isso não é diagnóstico. Quem identifica a causa da alergia é o médico. O que a higienização faz é reduzir a quantidade de alérgenos acumulados no estofado, e isso costuma fazer diferença no dia a dia de quem tem rinite.
O que ajuda
- Higienização por extração do colchão e do sofá, que retira de dentro do tecido o que o aspirador não alcança.
- Capa protetora para colchão e travesseiro, que cria uma barreira entre você e a espuma.
- Roupa de cama lavada toda semana, em água quente quando o tecido permitir.
- Ventilação diária do quarto e, nos meses mais úmidos, desumidificador ou o modo "dry" do ar-condicionado.
Com que frequência
Para quem tem rinite, a cada 6 meses para colchão e sofá. Mande uma foto pelo WhatsApp e agendamos de manhã, para o colchão estar pronto à noite.


